Imunização e Vacinas

A Clínica Amorim conta com um departamento exclusivo de imunização, oferecendo um serviço completo e seguro, que inclui curadoria, prescrição e aplicação de vacinas e medicamentos, sempre com acompanhamento especializado.

Prematuro

Para quem:
A vacina é indicada de rotina a partir do nascimento até antes de a criança completar 5 anos de idade. 

O que previne: Tuberculose – principalmente as formas graves, como meningite tuberculosa e tuberculose miliar (espalhada pelo corpo).

Do que é feito:
É composta pelo bacilo de Calmette-Guérin – origem do nome BCG – obtido pela atenuação (enfraquecimento) de uma das bactérias que causam a tuberculose. Completam sua composição o glutamato de sódio e a solução fisiológica (soro a 0,9%).

Esquema de doses:
Uma dose a partir do nascimento. Crianças vacinadas na faixa etária preconizada que não apresentam cicatriz vacinal não necessitam ser revacinadas.

Contraindicação:
Pessoas imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação.
Prematuros, até que atinjam 2 kg de peso.

Eventos Adversos:
Adenopatias locais, nódulos frios ou quentes, úlceras > 1cm, disseminação sistêmica, entre outros.

Para quem:
Recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria e de Imunizações: – Prematuros até 28 semanas gestacionais, no primeiro ano de vida. – Prematuros até 32 semanas gestacionais, nos primeiros seis meses de vida. – Bebês com doença pulmonar crônica da prematuridade e/ou cardiopatia congênita, até o segundo ano de vida, desde que esteja em tratamento destas condições nos últimos seis meses, independentemente da idade gestacional. O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente para: – Prematuros até 28 semanas gestacionais, no primeiro ano de vida. – Bebês com doença pulmonar crônica da prematuridade e/ou cardiopatia congênita, até o segundo ano de vida, independentemente da idade gestacional ao nascer.

O que previne:
As formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês de alto risco.

Do que é feito:
Trata-se de um anticorpo específico contra o VSR, elaborado por técnica de engenharia genética (imunização passiva).

Esquema de doses:
Doses mensais de 15 mg/kg de peso, durante cinco meses, no período de maior circulação do vírus (conforme cada região do país).

Contraindicação:
Não deve ser utilizado em crianças com histórico de reação alérgica grave (anafilaxia) após dose anterior do Palivizumabe.

Eventos Adversos:
O produto é seguro e não apresenta eventos adversos importantes além de reações locais raras leves e transitórias.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne: As formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês de alto risco.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses: Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade.
Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: dose única.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Os eventos mais frequentemente relatados após qualquer dose foram de irritabilidade, sonolência e dor no local da injeção.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 15 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

Para quem:
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Gripe, e suas complicações, causada por 4 subtipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1, H3N2) e duas cepas B (linhagens Victoria e Yamagata).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 6 meses a 8 anos: no primeiro ano em que são vacinadas, duas doses com intervalo de um mês entre elas. A partir de então, doses únicas anuais. Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Alergia à proteína do ovo não contraindica a vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão no local da aplicação geralmente nas 24/48 horas após a vacinação. Podem ocorrer reações sistêmicas como febre, mal-estar, milagia, também autolimitados.

Para quem:
Crianças a partir de 12 meses, adultos e idosos. Pode ser substituída pela administração da Tetraviral (que inclui a vacina Varicela). Em situação de circulação viral, pode ser recomendada dose extra antes de 12 meses de idade (dose 0) – esta dose não será considerada e as doses de rotina aos 12 e 15 meses de idade permanecem indicadas.

O que previne:
Sarampo, rubéola, caxumba e suas complicações.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: uma dose aos 12 meses e outra aos 15 meses. Pode ser usada a vacina Tetraviral em substituição a qualquer uma das doses. Crianças de qualquer idade, adolescentes e adultos são considerados protegidos se comprovarem a aplicação de duas doses com intervalo mínimo de um mês e aplicadas a partir de 12 meses de idade. A vacina pode ser aplicada em qualquer momento, em qualquer idade, exceto durante a gestação.

Contraindicação:
Imunodeprimidos, gestantes e alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina tríplice viral (anafilaxia). Para mulheres em idade fértil, é recomendado evitar engravidar nos 30 dias seguintes à vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Raros, mas quadro febril com ou sem exantema ou aumento da parótida podem surgir 7 a 10 dias após a aplicação.

Para quem:
Crianças a partir de 12 meses. Pode substituir a administração separada das vacinas tríplice viral e varicela.

O que previne:
Sarampo, rubéola, caxumba, varicela (catapora) e suas complicações

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: 2 doses aos 12 e 15 meses de idade. O intervalo mínimo até 11 anos de idade é de 3 meses entre as doses. A partir de 13 anos: duas doses de Tetra Viral com intervalo de um mês.

Contraindicação:
Imunodeprimidos, gestantes e alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina tríplice viral (anafilaxia). Para mulheres em idade fértil, é recomendado evitar engravidar nos 30 dias seguintes à vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Raros, mas quadro febril com ou sem exantema, pequeno número de vesículas na pele ou aumento da parótida podem surgir de 7 a 10 dias após a aplicação.

Para quem:
Crianças a partir de 12 meses de idade, adolescentes e adultos. Pode ser substituída pela administração da Tetraviral (que inclui a vacina Tríplice Viral). Em situação de risco, uma dose pode ser aplicada entre 9 e 11 meses de idade, mas esta dose deverá ser desconsiderada.

O que previne:
A varicela ou catapora.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: 2 doses aos 12 e 15 meses de idade. No sistema público, a segunda dose é aplicada aos 4 anos de idade. Pode ser usada a vacina Tetraviral em substituição a qualquer uma das doses. Todo indivíduo suscetível deve receber duas doses. O intervalo mínimo entre doses é de três meses até 11 anos de idade e de um mês a partir de 12 anos.

Contraindicação:
Imunodeprimidos (por doença ou medicamentos), gestantes, crianças menores de 9 meses, alergia grave a componentes da vacina ou a dose prévia da vacina (anafilaxia). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Podem ocorrer umas poucas lesões de pele características de varicela, em torno de 5 a 10 dias após a vacinação. Este quadro é brando e rápido.

Para quem:
Para todos os indivíduos, em todo o país, a partir de 9 meses de idade.

O que previne:
Febre amarela e suas complicações.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: no PNI, uma dose aos 9 meses de idade e outra aos 4 anos de idade; dose única a partir de 5 anos de idade. A SBIm preconiza considerar segunda dose para todas as idade, pela possibilidade de falha vacinal.

Contraindicação:
Crianças menores de seis meses de idade; Paciente com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina; Paciente imunodeprimido; Pacientes em uso de medicamentos imunossupressores como: ciclofosfamida, ciclosporina, tracolimus, azatioprina, micofenolato, tofacitinibe; Pessoas com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma); Mulheres amamentando bebês com menos de 6 meses de idade. OBS: gestantes, em situações epidemiológicas que justifiquem, podem ser vacinadas a critério médico.

Eventos Adversos:
Na maioria dos casos são reações locais, podendo também ocorrer dor de cabeça e mal-estar, em cerca de 2 a 4 % dos vacinados, com menor frequência em crianças. Reações graves (doença viscerotrópicia ou neurotrópica, anafilaxia) são raras: entre 2007 e 2012, no Brasil, aconteceram 0,2 caso de doença neurológica para 100 mil vacinados (principalmente quando se tratava de primeira dose em idosos) e 0,04 caso de doença viscerotrópica em 100 mil vacinados.

Para quem:
Crianças a partir de 1 ano de idade, adultos e idosos. A escolha da formulação pediátrica ou adulta dependerá da idade do paciente.

O que previne:
Hepatite (inflamação do fígado) causada pelo vírus da hepatite A.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: 2 doses, com intervalo de 6 meses (idealmente aos 12 e 18 meses de idade); Adultos: 2 doses, com intervalo de 6 meses. Para adultos que também tenham indicação da vacina Hepatite B, pode ser feita a vacina combinada Hepatite A+B.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina.

Eventos Adversos:
Raros (menos de 5%). As reações locais são as mais comuns, até 24 após a aplicação.

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelo meningococo do tipo B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade e um reforço a partir dos 12 meses de idade. Crianças que iniciam esquema entre 11 e 23 meses: duas doses, com intervalo mínimo de 2 meses e uma dose de reforço de 12 a 23 meses após o esquema primário. Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo mínimo de um mês.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Reações locais (dor, vermelhidão, inchaço e calor no local da aplicação) e febre, principalmente nas seis primeiras horas após a vacinação, que geralmente regride em 72 horas.

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelos meningococos dos sorogrupos A, C, W e Y.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade, um reforço a partir dos 12 meses de idade, um aos 5 anos e outro aos 11 anos de idade. O esquema para crianças que iniciam a vacinação depois de 6 meses de idade pode variar a depender da marca da vacina utilizada. Adolescentes não vacinados anteriormente: duas doses com intervalo de 5 anos. Adultos: a depender de risco epidemiológico, dose única.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Geralmente locais: dor, calor, inchaço, vermelhidão nas 24/72 horas seguintes à aplicação. Podem ocorrer febre e dor de cabeça.

Bebê

0 a 2 anos

 

Para quem:
Lactentes com até 12 meses de idade.

O que previne: 
Formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês.

Do que é feito:
Trata-se de um anticorpo específico contra o VSR, elaborado por técnica de engenharia genética (imunização passiva).

Esquema de doses:
- Dose única de 50 mg para crianças com peso inferior a 5kg ou de 100 mg para aquelas a partir de 5kg, um mês antes ou durante a primeira sazonalidade do VSR após o nascimento;

- Para crianças que fazem parte dos grupos de risco, é recomendada na segunda sazonalidade do VSR uma nova dose de nirsevimabe, de 200 mg, administrada como duas injeções de 100 mg/ml.

Contraindicação: 
Não há contraindicações, exceto reações alérgicas a doses anteriores do produto.

Eventos Adversos:
O produto é seguro e não apresenta eventos adversos importantes além de reações locais raras leves e transitórias.

Para quem:
Crianças a partir do nascimento, adultos e idosos.

O que previne: 
Hepatite causada pelo vírus da hepatite B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, com intervalos de 2 e 6 meses da primeira dose (idealmente ao nascer, aos 2 e aos 6 meses de idade). Para essa faixa etária, a segunda e a terceira dose pode ser feitas com a vacina Hexa. Na rotina, a primeira dose deve ser administrada nas primeiras 12 a 24 horas de vida, pois 90% dos recém-nascidos que são contaminados durante o parto desenvolvem hepatite crônica. Prematuros com menos de 2000g ou 36 semanas de gestação devem receber: obrigatoriamente quatro doses, sendo a primeira com 12 a 24 horas de vida, a segunda com um mês de idade, a terceira um mês após a segunda dose e a terceira seis meses após a segunda dose. Adultos: 3 doses, com intervalos de 1 e 6 meses da primeira dose. Imunodeprimidos e pacientes renais crônicos: quatro doses com volume dobrado.

Contraindicação: 
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Raros (menos de 5%): geralmente reações locais (calor, vermelhidão, dor), até 24 após a aplicação.

Para quem:
A vacina é indicada de rotina a partir do nascimento até antes de a criança completar 5 anos de idade. 

O que previne: Tuberculose – principalmente as formas graves, como meningite tuberculosa e tuberculose miliar (espalhada pelo corpo).

Do que é feito:
É composta pelo bacilo de Calmette-Guérin – origem do nome BCG – obtido pela atenuação (enfraquecimento) de uma das bactérias que causam a tuberculose. Completam sua composição o glutamato de sódio e a solução fisiológica (soro a 0,9%).

Esquema de doses:
Uma dose a partir do nascimento. Crianças vacinadas na faixa etária preconizada que não apresentam cicatriz vacinal não necessitam ser revacinadas.

Contraindicação:
Pessoas imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação.
Prematuros, até que atinjam 2 kg de peso.

Eventos Adversos:
Adenopatias locais, nódulos frios ou quentes, úlceras > 1cm, disseminação sistêmica, entre outros.

Para quem:
Crianças a partir dos 2 meses. A vacina acelular é menos reatogênica do que a vacina de células inteiras disponível nos postos de saúde.

O que previne:
Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP), Hemófilo b (Hib), Poliomielite (VIP) e Hepatite B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: rotina aos 2 e 6 meses de idade. Pode substituir a vacina Penta aos 4 meses, em caso de falta desta vacina. Para bebês com indicação de 4 doses de Hepatite B (como prematuros com menos de 2000g ou 36 semanas de gestação): aos 2, 4 e 6 meses de idade.

Contraindicação:
Crianças com idade superior à definida na bula da vacina; Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação imunização prévia da vacina com o componente pertussis (coqueluche); Alergia grave (anafilaxia) a componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre e reações locais (dor, vermelhidão e edema) são as mais comuns. Raramente pode ocorrer: irritação, choro intenso, síndrome hipotônica-hiporresponsiva.

Para quem:
Bebês a partir de 6 semanas de vida.

O que previne:
Infecções gastrointestinais causadas por 5 sorotipos de rotavírus. No sistema público é utilizada a vacina rotavírus monovalente.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: 3 doses aos 2, 4 e 6 meses de idade. Para crianças que não fizeram na rotina: o intervalo mínimo entre as doses é de 4 semanas. A primeira dose deve ser feita no máximo até 3 meses e 15 dias de idade e a no máximo até 7 meses e 29 dias de idade. Caso a primeira dose não tenha sido aplicada dentro do limite, a vacinação não poderá mais ocorrer.

Contraindicação:
Imunodeficiência congênita ou adquirida; uso de imunossupressores (quimioterapia, radioterapia); recém-nascidos de gestantes que usaram drogas imunossupressoras durante a gestação; reação alérgica grave a um dos componentes da vacina; doença gastrintestinal crônica; malformação congênita do trato digestivo; história prévia de invaginação (intussuscepção) intestinal. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Sintomas gastrointestinais podem ocorrer em cerca de 10% dos vacinados.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne: As formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês de alto risco.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses: Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade.
Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: dose única.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Os eventos mais frequentemente relatados após qualquer dose foram de irritabilidade, sonolência e dor no local da injeção.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 15 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 13 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelo meningococo do tipo B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade e um reforço a partir dos 12 meses de idade. Crianças que iniciam esquema entre 11 e 23 meses: duas doses, com intervalo mínimo de 2 meses e uma dose de reforço de 12 a 23 meses após o esquema primário. Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo mínimo de um mês.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Reações locais (dor, vermelhidão, inchaço e calor no local da aplicação) e febre, principalmente nas seis primeiras horas após a vacinação, que geralmente regride em 72 horas.

 

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelos meningococos dos sorogrupos A, C, W e Y.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade, um reforço a partir dos 12 meses de idade, um aos 5 anos e outro aos 11 anos de idade. O esquema para crianças que iniciam a vacinação depois de 6 meses de idade pode variar a depender da marca da vacina utilizada. Adolescentes não vacinados anteriormente: duas doses com intervalo de 5 anos. Adultos: a depender de risco epidemiológico, dose única.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Geralmente locais: dor, calor, inchaço, vermelhidão nas 24/72 horas seguintes à aplicação. Podem ocorrer febre e dor de cabeça.

 

Para quem:
Crianças a partir dos 2 meses. A vacina acelular é menos reatogênica do que a vacina de células inteiras disponível nos postos de saúde.

O que previne:
Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP), Hemófilo b (Hib) e Poliomielite (VIP).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: Aos 4 meses de idade e no reforço aos 15 meses. Pode substituir a vacina Hexa aos 2 e 6 meses, em caso de falta desta vacina e, nesse caso, a vacina hepatite B deve ser aplicada separadamente.

Contraindicação:
Não deve ser administrada em crianças com mais de 7 anos de idade ou adultos por não ser adequada para a faixa etária; Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação imunização prévia da vacina com o componente pertussis (coqueluche); Alergia grave (anafilaxia) a componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre e reações locais (dor, vermelhidão e edema) são as mais comuns. Raramente pode ocorrer: irritação, choro intenso, síndrome hipotônica-hiporresponsiva.

Para quem:
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Gripe, e suas complicações, causada por 4 subtipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1, H3N2) e duas cepas B (linhagens Victoria e Yamagata).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 6 meses a 8 anos: no primeiro ano em que são vacinadas, duas doses com intervalo de um mês entre elas. A partir de então, doses únicas anuais. Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Alergia à proteína do ovo não contraindica a vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão no local da aplicação geralmente nas 24/48 horas após a vacinação. Podem ocorrer reações sistêmicas como febre, mal-estar, milagia, também autolimitados.

Para quem:
Para todos os indivíduos, em todo o país, a partir de 9 meses de idade.

O que previne:
Febre amarela e suas complicações.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: no PNI, uma dose aos 9 meses de idade e outra aos 4 anos de idade; dose única a partir de 5 anos de idade. A SBIm preconiza considerar segunda dose para todas as idade, pela possibilidade de falha vacinal.

Contraindicação:
Crianças menores de seis meses de idade; Paciente com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina; Paciente imunodeprimido; Pacientes em uso de medicamentos imunossupressores como: ciclofosfamida, ciclosporina, tracolimus, azatioprina, micofenolato, tofacitinibe; Pessoas com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma); Mulheres amamentando bebês com menos de 6 meses de idade. OBS: gestantes, em situações epidemiológicas que justifiquem, podem ser vacinadas a critério médico.

Eventos Adversos:
Na maioria dos casos são reações locais, podendo também ocorrer dor de cabeça e mal-estar, em cerca de 2 a 4 % dos vacinados, com menor frequência em crianças. Reações graves (doença viscerotrópicia ou neurotrópica, anafilaxia) são raras: entre 2007 e 2012, no Brasil, aconteceram 0,2 caso de doença neurológica para 100 mil vacinados (principalmente quando se tratava de primeira dose em idosos) e 0,04 caso de doença viscerotrópica em 100 mil vacinados.

Para quem:
Crianças a partir de 12 meses de idade, adolescentes e adultos. Pode ser substituída pela administração da Tetraviral (que inclui a vacina Tríplice Viral). Em situação de risco, uma dose pode ser aplicada entre 9 e 11 meses de idade, mas esta dose deverá ser desconsiderada.

O que previne:
A varicela ou catapora.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: 2 doses aos 12 e 15 meses de idade. No sistema público, a segunda dose é aplicada aos 4 anos de idade. Pode ser usada a vacina Tetraviral em substituição a qualquer uma das doses. Todo indivíduo suscetível deve receber duas doses. O intervalo mínimo entre doses é de três meses até 11 anos de idade e de um mês a partir de 12 anos.

Contraindicação:
Imunodeprimidos (por doença ou medicamentos), gestantes, crianças menores de 9 meses, alergia grave a componentes da vacina ou a dose prévia da vacina (anafilaxia). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Podem ocorrer umas poucas lesões de pele características de varicela, em torno de 5 a 10 dias após a vacinação. Este quadro é brando e rápido.

Para quem:
Crianças a partir de 12 meses, adultos e idosos. Pode ser substituída pela administração da Tetraviral (que inclui a vacina Varicela). Em situação de circulação viral, pode ser recomendada dose extra antes de 12 meses de idade (dose 0) – esta dose não será considerada e as doses de rotina aos 12 e 15 meses de idade permanecem indicadas.

O que previne:
Sarampo, rubéola, caxumba e suas complicações.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: uma dose aos 12 meses e outra aos 15 meses. Pode ser usada a vacina Tetraviral em substituição a qualquer uma das doses. Crianças de qualquer idade, adolescentes e adultos são considerados protegidos se comprovarem a aplicação de duas doses com intervalo mínimo de um mês e aplicadas a partir de 12 meses de idade. A vacina pode ser aplicada em qualquer momento, em qualquer idade, exceto durante a gestação.

Contraindicação:
Imunodeprimidos, gestantes e alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina tríplice viral (anafilaxia). Para mulheres em idade fértil, é recomendado evitar engravidar nos 30 dias seguintes à vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Raros, mas quadro febril com ou sem exantema ou aumento da parótida podem surgir 7 a 10 dias após a aplicação.

Para quem:
Crianças a partir de 12 meses. Pode substituir a administração separada das vacinas tríplice viral e varicela.

O que previne:
Sarampo, rubéola, caxumba, varicela (catapora) e suas complicações

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: 2 doses aos 12 e 15 meses de idade. O intervalo mínimo até 11 anos de idade é de 3 meses entre as doses. A partir de 13 anos: duas doses de Tetra Viral com intervalo de um mês.

Contraindicação:
Imunodeprimidos, gestantes e alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina tríplice viral (anafilaxia). Para mulheres em idade fértil, é recomendado evitar engravidar nos 30 dias seguintes à vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Raros, mas quadro febril com ou sem exantema, pequeno número de vesículas na pele ou aumento da parótida podem surgir de 7 a 10 dias após a aplicação.

Para quem:
Crianças a partir de 1 ano de idade, adultos e idosos. A escolha da formulação pediátrica ou adulta dependerá da idade do paciente.

O que previne:
Hepatite (inflamação do fígado) causada pelo vírus da hepatite A.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: 2 doses, com intervalo de 6 meses (idealmente aos 12 e 18 meses de idade); Adultos: 2 doses, com intervalo de 6 meses. Para adultos que também tenham indicação da vacina Hepatite B, pode ser feita a vacina combinada Hepatite A+B.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina.

Eventos Adversos:
Raros (menos de 5%). As reações locais são as mais comuns, até 24 após a aplicação.

Criança

2 a 9 anos

Para quem:
Crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos até 60 anos, tanto soronegativos como soropositivos para dengue.

O que previne:
A doença Dengue causada pelos quatro sorotipos do vírus: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina; Gestantes; Mulheres amamentando; Imunodeficiências primárias ou adquirida, incluindo terapias imunossupressoras; Pessoas que vivem com o vírus HIV, sintomáticas ou assintomática, quando acompanhado por evidência de função imunológica comprometida. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Reações adversas mais relatadas: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. Geralmente são de gravidade leve a moderada, de curta duração (até três dias), tipicamente observadas em até três dias após a vacinação e mais frequentes após a primeira dose. Em decorrência de viremia pelo vírus vacinal, pode ser observada febre de início tardio (até 30 dias após vacinação). Outras reações adversas possíveis: vermelhidão inchaço, hematoma e coceira no local da injeção, artralgia, fraqueza, febre, surgimento de gânglios (linfoadenopatia), náuseas e erupção cutânea. Eventos graves são extremamente raros.

Para quem:
A partir de 3 anos de idade.

O que previne:
Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: pode ser usada na dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos em substituição da vacina dTpa. Adolescentes e adultos não vacinados contra difteria e tétano, ou com histórico vacinal desconhecido: a vacina dTpa-VIP pode substituir a vacina dTpa no esquema de 3 doses. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: pode substituir a dTpa na dose recomendada em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

Para quem:
Para todos os indivíduos, em todo o país, a partir de 9 meses de idade.

O que previne:
Febre amarela e suas complicações.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: no PNI, uma dose aos 9 meses de idade e outra aos 4 anos de idade; dose única a partir de 5 anos de idade. A SBIm preconiza considerar segunda dose para todas as idade, pela possibilidade de falha vacinal.

Contraindicação:
Crianças menores de seis meses de idade; Paciente com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina; Paciente imunodeprimido; Pacientes em uso de medicamentos imunossupressores como: ciclofosfamida, ciclosporina, tracolimus, azatioprina, micofenolato, tofacitinibe; Pessoas com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma); Mulheres amamentando bebês com menos de 6 meses de idade. OBS: gestantes, em situações epidemiológicas que justifiquem, podem ser vacinadas a critério médico.

Eventos Adversos:
Na maioria dos casos são reações locais, podendo também ocorrer dor de cabeça e mal-estar, em cerca de 2 a 4 % dos vacinados, com menor frequência em crianças. Reações graves (doença viscerotrópicia ou neurotrópica, anafilaxia) são raras: entre 2007 e 2012, no Brasil, aconteceram 0,2 caso de doença neurológica para 100 mil vacinados (principalmente quando se tratava de primeira dose em idosos) e 0,04 caso de doença viscerotrópica em 100 mil vacinados.

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelos meningococos dos sorogrupos A, C, W e Y.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade, um reforço a partir dos 12 meses de idade, um aos 5 anos e outro aos 11 anos de idade. O esquema para crianças que iniciam a vacinação depois de 6 meses de idade pode variar a depender da marca da vacina utilizada. Adolescentes não vacinados anteriormente: duas doses com intervalo de 5 anos. Adultos: a depender de risco epidemiológico, dose única.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Geralmente locais: dor, calor, inchaço, vermelhidão nas 24/72 horas seguintes à aplicação. Podem ocorrer febre e dor de cabeça.

Para quem:
Pessoas de 9 a 45 anos. Homens e mulheres em idades acima da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico.

O que previne:
Verrugas genitais (condilomas) causados pelos HPV 6 e 11.; Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas ou displásicas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58; Cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina e do ânus causados pelos tipos de HPV 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Entre 9 e 14 anos: 2 doses com intervalo de 6 meses. A partir de 15 anos: 3 doses, sendo a segunda um ou dois meses após a primeira e a terceira seis meses após a primeira. Pessoas portadoras do vírus HIV e imunodeprimidos: o esquema de 3 doses deve ser utilizado qualquer que seja a idade.

Contraindicação:
Gestantes e pessoas que apresentaram hipersensibilidade grave (anafilaxia) após receber uma dose da HPV9 ou HPV4 ou a algum de seus componentes. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Os eventos mais comumente observados são dor, vermelhidão, inchaço, prurido, hematoma no local da injeção, cefaleia, febre, náusea, tontura e fadiga.

Para quem:
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Gripe, e suas complicações, causada por 4 subtipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1, H3N2) e duas cepas B (linhagens Victoria e Yamagata).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 6 meses a 8 anos: no primeiro ano em que são vacinadas, duas doses com intervalo de um mês entre elas. A partir de então, doses únicas anuais. Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Alergia à proteína do ovo não contraindica a vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão no local da aplicação geralmente nas 24/48 horas após a vacinação. Podem ocorrer reações sistêmicas como febre, mal-estar, milagia, também autolimitados.

Para quem:
Crianças acima de 2 anos de idade e adultos que se dirigem para regiões onde a doença ocorre endêmica ou epidemicamente.

O que previne:
Infecção pela Salmonella Typhi, causadora de doença gastrintestinal potencialmente grave.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Dose única e, caso o indivíduo permaneça em risco ou volte a se expor ao risco, deve ser feita a revacinação após 3 anos.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Locais, de intensidade leve e tendem desaparecer espontaneamente em até 48 horas. A ocorrência reações sistêmicas e de anafilaxia é rara.

Para quem:
Rotina para maiores de 60 anos e para crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos com doença de base que aumentam o risco para a infecção pneumocócica (diabetes, cardio e pneumopatias, com câncer, que vivem com vírus HIV, esplenectomizados, imunodeprimidos, entre outras doenças). Não é vacina recomendada para imunização básica de rotina de crianças saudáveis.

Do que é feito: Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças: dose única. Pode ser indicado apenas um reforço após 5 anos. Maiores de 60 anos: uma dose da vacina pneumocócica 23-valente dois a doze meses depois de uma dose da vacina pneumocócica 13 valente; e uma segunda dose da vacina 23-valente é indicada após cinco anos da primeira. Pessoas portadoras de doenças crônicas: a vacina 23 valente deve ser aplicada com 2 meses de intervalo da pneumocócica 13 valente.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço locais. Pode haver sintomas sistêmicos como febre, mal-estar e dor no corpo.

Para quem:
Crianças: rotineiramente, a partir dos 2 meses de idade, dentro das vacinas combinadas (hexa e penta). Adultos e idosos: pode ser recomendada em situações de risco para doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.

O que previne:
Doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, principalmente meningite.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças a partir de 2 meses: três doses, aos 2, 4 e aos 6 meses de idade, e um reforço aos 15 meses de idade. Indivíduos com riscos especiais: uma ou duas doses, dependendo da doença de base e histórico vacinal.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.

Eventos Adversos:
Pode ocorrer dor no local da aplicação em 3% a 29% dos vacinados; e inchaço, endurecimento e vermelhidão em 0,2% a 17% deles.
Em relação às manifestações gerais, a febre nas primeiras 24 horas após a vacinação é relatada por 1% a 6% dos vacinados; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal leve podem aparecer em 1% a 20% dos vacinados.
Um a cada 600 mil vacinados apresenta alergia a algum componente da vacina, sobretudo ao timerosal (derivado do mercúrio), sendo mais raro em crianças e adolescentes.

Adolescente

10 a 19 anos

 

Para quem:
Crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos até 60 anos, tanto soronegativos como soropositivos para dengue.

O que previne:
A doença Dengue causada pelos quatro sorotipos do vírus: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina; Gestantes; Mulheres amamentando; Imunodeficiências primárias ou adquirida, incluindo terapias imunossupressoras; Pessoas que vivem com o vírus HIV, sintomáticas ou assintomática, quando acompanhado por evidência de função imunológica comprometida. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Reações adversas mais relatadas: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. Geralmente são de gravidade leve a moderada, de curta duração (até três dias), tipicamente observadas em até três dias após a vacinação e mais frequentes após a primeira dose. Em decorrência de viremia pelo vírus vacinal, pode ser observada febre de início tardio (até 30 dias após vacinação). Outras reações adversas possíveis: vermelhidão inchaço, hematoma e coceira no local da injeção, artralgia, fraqueza, febre, surgimento de gânglios (linfoadenopatia), náuseas e erupção cutânea. Eventos graves são extremamente raros.

 

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelos meningococos dos sorogrupos A, C, W e Y.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade, um reforço a partir dos 12 meses de idade, um aos 5 anos e outro aos 11 anos de idade. O esquema para crianças que iniciam a vacinação depois de 6 meses de idade pode variar a depender da marca da vacina utilizada. Adolescentes não vacinados anteriormente: duas doses com intervalo de 5 anos. Adultos: a depender de risco epidemiológico, dose única.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Geralmente locais: dor, calor, inchaço, vermelhidão nas 24/72 horas seguintes à aplicação. Podem ocorrer febre e dor de cabeça.

Para quem:
Pessoas de 9 a 45 anos. Homens e mulheres em idades acima da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico.

O que previne:
Verrugas genitais (condilomas) causados pelos HPV 6 e 11.; Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas ou displásicas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58; Cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina e do ânus causados pelos tipos de HPV 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Entre 9 e 14 anos: 2 doses com intervalo de 6 meses. A partir de 15 anos: 3 doses, sendo a segunda um ou dois meses após a primeira e a terceira seis meses após a primeira. Pessoas portadoras do vírus HIV e imunodeprimidos: o esquema de 3 doses deve ser utilizado qualquer que seja a idade.

Contraindicação:
Gestantes e pessoas que apresentaram hipersensibilidade grave (anafilaxia) após receber uma dose da HPV9 ou HPV4 ou a algum de seus componentes. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Os eventos mais comumente observados são dor, vermelhidão, inchaço, prurido, hematoma no local da injeção, cefaleia, febre, náusea, tontura e fadiga.

Para quem:
Crianças a partir de 3 anos, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Difteria, Tétano e Coqueluche.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: Pode ser usada para a dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade, em substituição a dTpa-VIP. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos. Adolescentes e adultos não vacinados, ou com histórico vacinal desconhecido: 3 doses com intervalo de 2 meses entre elas, sendo pelo menos uma delas com a dTpa e as demais com dT. As três doses podem ser feitas com dTpa. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

Para quem:
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Gripe, e suas complicações, causada por 4 subtipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1, H3N2) e duas cepas B (linhagens Victoria e Yamagata).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 6 meses a 8 anos: no primeiro ano em que são vacinadas, duas doses com intervalo de um mês entre elas. A partir de então, doses únicas anuais. Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Alergia à proteína do ovo não contraindica a vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão no local da aplicação geralmente nas 24/48 horas após a vacinação. Podem ocorrer reações sistêmicas como febre, mal-estar, milagia, também autolimitados.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne: As formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês de alto risco.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses: Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade.
Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: dose única.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Os eventos mais frequentemente relatados após qualquer dose foram de irritabilidade, sonolência e dor no local da injeção.

Para quem:
Crianças: rotineiramente, a partir dos 2 meses de idade, dentro das vacinas combinadas (hexa e penta). Adultos e idosos: pode ser recomendada em situações de risco para doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.

O que previne:
Doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, principalmente meningite.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças a partir de 2 meses: três doses, aos 2, 4 e aos 6 meses de idade, e um reforço aos 15 meses de idade. Indivíduos com riscos especiais: uma ou duas doses, dependendo da doença de base e histórico vacinal.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.

Eventos Adversos:
Pode ocorrer dor no local da aplicação em 3% a 29% dos vacinados; e inchaço, endurecimento e vermelhidão em 0,2% a 17% deles.
Em relação às manifestações gerais, a febre nas primeiras 24 horas após a vacinação é relatada por 1% a 6% dos vacinados; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal leve podem aparecer em 1% a 20% dos vacinados.
Um a cada 600 mil vacinados apresenta alergia a algum componente da vacina, sobretudo ao timerosal (derivado do mercúrio), sendo mais raro em crianças e adolescentes.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 15 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

Para quem:
A partir de 3 anos de idade.

O que previne:
Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: pode ser usada na dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos em substituição da vacina dTpa. Adolescentes e adultos não vacinados contra difteria e tétano, ou com histórico vacinal desconhecido: a vacina dTpa-VIP pode substituir a vacina dTpa no esquema de 3 doses. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: pode substituir a dTpa na dose recomendada em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

Para quem:
Crianças acima de 2 anos de idade e adultos que se dirigem para regiões onde a doença ocorre endêmica ou epidemicamente.

O que previne:
Infecção pela Salmonella Typhi, causadora de doença gastrintestinal potencialmente grave.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Dose única e, caso o indivíduo permaneça em risco ou volte a se expor ao risco, deve ser feita a revacinação após 3 anos.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Locais, de intensidade leve e tendem desaparecer espontaneamente em até 48 horas. A ocorrência reações sistêmicas e de anafilaxia é rara.

Para quem:
Rotina para maiores de 60 anos e para crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos com doença de base que aumentam o risco para a infecção pneumocócica (diabetes, cardio e pneumopatias, com câncer, que vivem com vírus HIV, esplenectomizados, imunodeprimidos, entre outras doenças). Não é vacina recomendada para imunização básica de rotina de crianças saudáveis.

Do que é feito: Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças: dose única. Pode ser indicado apenas um reforço após 5 anos. Maiores de 60 anos: uma dose da vacina pneumocócica 23-valente dois a doze meses depois de uma dose da vacina pneumocócica 13 valente; e uma segunda dose da vacina 23-valente é indicada após cinco anos da primeira. Pessoas portadoras de doenças crônicas: a vacina 23 valente deve ser aplicada com 2 meses de intervalo da pneumocócica 13 valente.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço locais. Pode haver sintomas sistêmicos como febre, mal-estar e dor no corpo.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 13 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

Adulto

20 a 59 anos

Para quem:
Indivíduos a partir de 50 anos de idade e imunocomprometidos ou pessoas com risco aumentado para herpes-zóster a partir de 18 anos.

O que previne:
O Herpes Zoster e suas complicações, especialmente a neuralgia pós-herpética (NPH).

Do que é feito:
É composta pela glicoproteína E recombinante da superfície do vírus varicela-zóster em combinação com o adjuvante AS01. Tem como excipientes sacarose, polisorbato 80, fosfato de sódio monobásico di-hidratado e fosfato de potássio dibásico, e água para injetáveis.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: Pode ser usada para a dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade, em substituição a dTpa-VIP. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos. Adolescentes e adultos não vacinados, ou com histórico vacinal desconhecido: 3 doses com intervalo de 2 meses entre elas, sendo pelo menos uma delas com a dTpa e as demais com dT. As três doses podem ser feitas com dTpa. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche).

OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

 

Para quem:
Crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos até 60 anos, tanto soronegativos como soropositivos para dengue.

O que previne:
A doença Dengue causada pelos quatro sorotipos do vírus: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina; Gestantes; Mulheres amamentando; Imunodeficiências primárias ou adquirida, incluindo terapias imunossupressoras; Pessoas que vivem com o vírus HIV, sintomáticas ou assintomática, quando acompanhado por evidência de função imunológica comprometida. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Reações adversas mais relatadas: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. Geralmente são de gravidade leve a moderada, de curta duração (até três dias), tipicamente observadas em até três dias após a vacinação e mais frequentes após a primeira dose. Em decorrência de viremia pelo vírus vacinal, pode ser observada febre de início tardio (até 30 dias após vacinação). Outras reações adversas possíveis: vermelhidão inchaço, hematoma e coceira no local da injeção, artralgia, fraqueza, febre, surgimento de gânglios (linfoadenopatia), náuseas e erupção cutânea. Eventos graves são extremamente raros.

 

Para quem:
Crianças a partir de 3 anos, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Difteria, Tétano e Coqueluche.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: Pode ser usada para a dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade, em substituição a dTpa-VIP. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos. Adolescentes e adultos não vacinados, ou com histórico vacinal desconhecido: 3 doses com intervalo de 2 meses entre elas, sendo pelo menos uma delas com a dTpa e as demais com dT. As três doses podem ser feitas com dTpa. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

 

Para quem:
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Gripe, e suas complicações, causada por 4 subtipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1, H3N2) e duas cepas B (linhagens Victoria e Yamagata).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 6 meses a 8 anos: no primeiro ano em que são vacinadas, duas doses com intervalo de um mês entre elas. A partir de então, doses únicas anuais. Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Alergia à proteína do ovo não contraindica a vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão no local da aplicação geralmente nas 24/48 horas após a vacinação. Podem ocorrer reações sistêmicas como febre, mal-estar, milagia, também autolimitados.

 

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne: As formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês de alto risco.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses: Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade.
Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: dose única.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Os eventos mais frequentemente relatados após qualquer dose foram de irritabilidade, sonolência e dor no local da injeção.

Para quem:
Rotina para maiores de 60 anos e para crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos com doença de base que aumentam o risco para a infecção pneumocócica (diabetes, cardio e pneumopatias, com câncer, que vivem com vírus HIV, esplenectomizados, imunodeprimidos, entre outras doenças). Não é vacina recomendada para imunização básica de rotina de crianças saudáveis.

Do que é feito: Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças: dose única. Pode ser indicado apenas um reforço após 5 anos. Maiores de 60 anos: uma dose da vacina pneumocócica 23-valente dois a doze meses depois de uma dose da vacina pneumocócica 13 valente; e uma segunda dose da vacina 23-valente é indicada após cinco anos da primeira. Pessoas portadoras de doenças crônicas: a vacina 23 valente deve ser aplicada com 2 meses de intervalo da pneumocócica 13 valente.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço locais. Pode haver sintomas sistêmicos como febre, mal-estar e dor no corpo.

 

Para quem:
A partir de 3 anos de idade.

O que previne:
Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: pode ser usada na dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos em substituição da vacina dTpa. Adolescentes e adultos não vacinados contra difteria e tétano, ou com histórico vacinal desconhecido: a vacina dTpa-VIP pode substituir a vacina dTpa no esquema de 3 doses. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: pode substituir a dTpa na dose recomendada em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

 

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 15 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

 

Para quem:
Crianças: rotineiramente, a partir dos 2 meses de idade, dentro das vacinas combinadas (hexa e penta). Adultos e idosos: pode ser recomendada em situações de risco para doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.

O que previne:
Doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, principalmente meningite.

Do que é feito: Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças a partir de 2 meses: três doses, aos 2, 4 e aos 6 meses de idade, e um reforço aos 15 meses de idade. Indivíduos com riscos especiais: uma ou duas doses, dependendo da doença de base e histórico vacinal.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.

Eventos Adversos:
Pode ocorrer dor no local da aplicação em 3% a 29% dos vacinados; e inchaço, endurecimento e vermelhidão em 0,2% a 17% deles.
Em relação às manifestações gerais, a febre nas primeiras 24 horas após a vacinação é relatada por 1% a 6% dos vacinados; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal leve podem aparecer em 1% a 20% dos vacinados.
Um a cada 600 mil vacinados apresenta alergia a algum componente da vacina, sobretudo ao timerosal (derivado do mercúrio), sendo mais raro em crianças e adolescentes.

 

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelo meningococo do tipo B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade e um reforço a partir dos 12 meses de idade. Crianças que iniciam esquema entre 11 e 23 meses: duas doses, com intervalo mínimo de 2 meses e uma dose de reforço de 12 a 23 meses após o esquema primário. Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo mínimo de um mês.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Reações locais (dor, vermelhidão, inchaço e calor no local da aplicação) e febre, principalmente nas seis primeiras horas após a vacinação, que geralmente regride em 72 horas.

Para quem:
É indicada para mulheres do grupo sanguíneo Rh- negativo grávidas de bebês Rh+ positivo e em caso de transfusão sanguínea com sangue incompatível em pessoas Rh negativas.

O que previne:
A imunoglobulina anti-Rh é um anticorpo pronto, obtido a partir de sangue humano, que neutraliza o fator Rh. Esse anticorpo previne a eritroblastose fetal.

Do que é feito:
É um tipo de soro que fornece imunização passiva. Ela contém anticorpos pré-formados (proteínas) que neutralizam imediatamente o fator Rh positivo de eventuais células vermelhas do sangue do bebê que entrem na corrente sanguínea da mãe Rh-negativa. 

Esquema de doses:
1. Em gestantes Rh negativas
Durante a gestação: uma dose entre a 28ª e a 30ª semana de gestação.
No pós-parto: administração intravenosa (ainda na maternidade) a critério médico, realizada da forma mais breve possível, dentro de 72 horas após o parto, mesmo nos casos em que houve profilaxia durante a gestação.
Após amostragem de vilosidade coriônica: tão logo quanto possível e no máximo 72 horas após o evento.
Em caso de intervenções e incidentes ocorridos até 12 semanas de gestação, aplicar a dose o mais cedo possível e no máximo até 72 horas após o evento de risco.

2. Após transfusões incompatíveis
20 microgramas de imunoglobulina anti-Rh(D) para cada 2 mL de sangue Rh positivo transfundido ou por cada 1 mL de concentrado de hemácias. Neste caso, recomenda-se a via intravenosa e aplicação em ambiente hospitalar. Os pacientes devem ser observados por pelo menos 20 minutos após a administração.

Contraindicação:
É contraindicada em caso de hipersensibilidade (anafilaxia) a imunoglobulinas humanas (anticorpos) ou qualquer um dos componentes do produto. Em caso de grave redução do número de plaquetas (trombocitopenia) ou outros transtornos da coagulação, a imunoglobulina poderá ser aplicada por via intravenosa, em regime de internação e sob cuidados médicos.

Eventos Adversos:
Os eventos mais comuns são dor e sensibilidade no local da injeção. Reações raras: febre, calafrios, mal-estar, dor de cabeça, manchas na pele, coceira, náusea e/ou vômito, pressão baixa, batimento cardíaco acelerado, dor articular, dificuldade respiratória, anafilaxia.

Para quem:
Crianças acima de 2 anos de idade e adultos que se dirigem para regiões onde a doença ocorre endêmica ou epidemicamente.

O que previne:
Infecção pela Salmonella Typhi, causadora de doença gastrintestinal potencialmente grave.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Dose única e, caso o indivíduo permaneça em risco ou volte a se expor ao risco, deve ser feita a revacinação após 3 anos.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Locais, de intensidade leve e tendem desaparecer espontaneamente em até 48 horas. A ocorrência reações sistêmicas e de anafilaxia é rara.

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelos meningococos dos sorogrupos A, C, W e Y.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade, um reforço a partir dos 12 meses de idade, um aos 5 anos e outro aos 11 anos de idade. O esquema para crianças que iniciam a vacinação depois de 6 meses de idade pode variar a depender da marca da vacina utilizada. Adolescentes não vacinados anteriormente: duas doses com intervalo de 5 anos. Adultos: a depender de risco epidemiológico, dose única.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Geralmente locais: dor, calor, inchaço, vermelhidão nas 24/72 horas seguintes à aplicação. Podem ocorrer febre e dor de cabeça.

Idoso

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne: As formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês de alto risco.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses: Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade.
Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: dose única.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Os eventos mais frequentemente relatados após qualquer dose foram de irritabilidade, sonolência e dor no local da injeção.

 

Para quem:
Rotina para maiores de 60 anos e para crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos com doença de base que aumentam o risco para a infecção pneumocócica (diabetes, cardio e pneumopatias, com câncer, que vivem com vírus HIV, esplenectomizados, imunodeprimidos, entre outras doenças). Não é vacina recomendada para imunização básica de rotina de crianças saudáveis.

Do que é feito: Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças: dose única. Pode ser indicado apenas um reforço após 5 anos. Maiores de 60 anos: uma dose da vacina pneumocócica 23-valente dois a doze meses depois de uma dose da vacina pneumocócica 13 valente; e uma segunda dose da vacina 23-valente é indicada após cinco anos da primeira. Pessoas portadoras de doenças crônicas: a vacina 23 valente deve ser aplicada com 2 meses de intervalo da pneumocócica 13 valente.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço locais. Pode haver sintomas sistêmicos como febre, mal-estar e dor no corpo.

 

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 13 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 15 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

Para quem:
Indivíduos a partir de 50 anos de idade e imunocomprometidos ou pessoas com risco aumentado para herpes-zóster a partir de 18 anos.

O que previne:
O Herpes Zoster e suas complicações, especialmente a neuralgia pós-herpética (NPH).

Do que é feito:
É composta pela glicoproteína E recombinante da superfície do vírus varicela-zóster em combinação com o adjuvante AS01. Tem como excipientes sacarose, polisorbato 80, fosfato de sódio monobásico di-hidratado e fosfato de potássio dibásico, e água para injetáveis.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: Pode ser usada para a dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade, em substituição a dTpa-VIP. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos. Adolescentes e adultos não vacinados, ou com histórico vacinal desconhecido: 3 doses com intervalo de 2 meses entre elas, sendo pelo menos uma delas com a dTpa e as demais com dT. As três doses podem ser feitas com dTpa. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche).

OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

Para quem:
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Gripe, e suas complicações, causada por 4 subtipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1, H3N2) e duas cepas B (linhagens Victoria e Yamagata).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 6 meses a 8 anos: no primeiro ano em que são vacinadas, duas doses com intervalo de um mês entre elas. A partir de então, doses únicas anuais. Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Alergia à proteína do ovo não contraindica a vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão no local da aplicação geralmente nas 24/48 horas após a vacinação. Podem ocorrer reações sistêmicas como febre, mal-estar, milagia, também autolimitados.

Para quem:
Idosos a partir de 60 anos e gestantes (para a proteção do recém-nascido) entre a 32 e 36 semana de gestação.

O que previne:
Contra doença trato respiratório inferior (DTRI) associadas ao vírus sincicial respiratório (VSR) no bebê e no idoso.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
- Idosos: dose única, a qualquer momento, independentemente de sazonalidade;
- Gestantes: dose única entre 32 e 36 semanas de gestação, a qualquer momento, independente da sazonalidade.

Contraindicação:
Hipersensibilidade a qualquer componente da formulação ou após dose anterior.

Eventos Adversos:
Os ESAVIs observados são locais, autolimitados e leves a moderados. Dados não clínicos não revelaram qualquer risco especial em relação a toxicidade reprodutiva e do desenvolvimento.

Para quem:
Indicada para adultos com mais de 60 anos de idade, especialmente para de grupos mais vulneráveis (como cardiopatias, pneumopatias, diabetes, nefropatias e hepatopatias).

O que previne:
A doença do trato respiratório inferior (DTRI) causada pelos subtipos do vírus sincicial respiratório VSR-A e VSR-B em adultos com 60 anos de idade ou mais.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Uma dose, a qualquer momento, independente de sazonalidade do VSR. Dados atuais demonstram proteção sustentada por duas temporadas. Sendo assim, nesse momento, não há recomendação de doses de reforço.

Contraindicação:
Indivíduos que tiveram anafilaxia após o uso de algum componente da vacina ou a dose anterior.

Eventos Adversos:
Muito comuns (em mais de 10% dos vacinados): Dor no local da injeção (em cerca de 60%), cansaço, dor de cabeça, dor muscular (mialgia) e dor nas articulações (artralgia). Comuns (em até 10% dos vacinados): Vermelhidão e inchaço no local da injeção, febre, calafrios; Secreção nasal excessiva. Incomuns (em até 0,1% dos vacinados): Coceira no local da injeção (prurido), dor, mal-estar geral; Inchaço dos gânglios (linfadenopatia); Erupção cutânea; Náuseas, dor de estômago e vômito.

 

Para quem:
Crianças a partir de 3 anos, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Difteria, Tétano e Coqueluche.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: Pode ser usada para a dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade, em substituição a dTpa-VIP. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos. Adolescentes e adultos não vacinados, ou com histórico vacinal desconhecido: 3 doses com intervalo de 2 meses entre elas, sendo pelo menos uma delas com a dTpa e as demais com dT. As três doses podem ser feitas com dTpa. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

Para quem:
A partir de 3 anos de idade.

O que previne:
Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: pode ser usada na dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos em substituição da vacina dTpa. Adolescentes e adultos não vacinados contra difteria e tétano, ou com histórico vacinal desconhecido: a vacina dTpa-VIP pode substituir a vacina dTpa no esquema de 3 doses. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: pode substituir a dTpa na dose recomendada em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

 

Para quem:
Para todos os indivíduos, em todo o país, a partir de 9 meses de idade.

O que previne:
Febre amarela e suas complicações.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: no PNI, uma dose aos 9 meses de idade e outra aos 4 anos de idade; dose única a partir de 5 anos de idade. A SBIm preconiza considerar segunda dose para todas as idade, pela possibilidade de falha vacinal.

Contraindicação:
Crianças menores de seis meses de idade; Paciente com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina; Paciente imunodeprimido; Pacientes em uso de medicamentos imunossupressores como: ciclofosfamida, ciclosporina, tracolimus, azatioprina, micofenolato, tofacitinibe; Pessoas com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma); Mulheres amamentando bebês com menos de 6 meses de idade. OBS: gestantes, em situações epidemiológicas que justifiquem, podem ser vacinadas a critério médico.

Eventos Adversos:
Na maioria dos casos são reações locais, podendo também ocorrer dor de cabeça e mal-estar, em cerca de 2 a 4 % dos vacinados, com menor frequência em crianças. Reações graves (doença viscerotrópicia ou neurotrópica, anafilaxia) são raras: entre 2007 e 2012, no Brasil, aconteceram 0,2 caso de doença neurológica para 100 mil vacinados (principalmente quando se tratava de primeira dose em idosos) e 0,04 caso de doença viscerotrópica em 100 mil vacinados.

 

Para quem:
Crianças acima de 2 anos de idade e adultos que se dirigem para regiões onde a doença ocorre endêmica ou epidemicamente.

O que previne:
Infecção pela Salmonella Typhi, causadora de doença gastrintestinal potencialmente grave.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Dose única e, caso o indivíduo permaneça em risco ou volte a se expor ao risco, deve ser feita a revacinação após 3 anos.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Locais, de intensidade leve e tendem desaparecer espontaneamente em até 48 horas. A ocorrência reações sistêmicas e de anafilaxia é rara.

 

Para quem:
Crianças: rotineiramente, a partir dos 2 meses de idade, dentro das vacinas combinadas (hexa e penta). Adultos e idosos: pode ser recomendada em situações de risco para doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.

O que previne:
Doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, principalmente meningite.

Do que é feito: Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças a partir de 2 meses: três doses, aos 2, 4 e aos 6 meses de idade, e um reforço aos 15 meses de idade. Indivíduos com riscos especiais: uma ou duas doses, dependendo da doença de base e histórico vacinal.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.

Eventos Adversos:
Pode ocorrer dor no local da aplicação em 3% a 29% dos vacinados; e inchaço, endurecimento e vermelhidão em 0,2% a 17% deles.
Em relação às manifestações gerais, a febre nas primeiras 24 horas após a vacinação é relatada por 1% a 6% dos vacinados; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal leve podem aparecer em 1% a 20% dos vacinados.
Um a cada 600 mil vacinados apresenta alergia a algum componente da vacina, sobretudo ao timerosal (derivado do mercúrio), sendo mais raro em crianças e adolescentes.

 

Para quem:
Crianças a partir de 12 meses de idade, adolescentes e adultos. Pode ser substituída pela administração da Tetraviral (que inclui a vacina Tríplice Viral). Em situação de risco, uma dose pode ser aplicada entre 9 e 11 meses de idade, mas esta dose deverá ser desconsiderada.

O que previne:
A varicela ou catapora.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: 2 doses aos 12 e 15 meses de idade. No sistema público, a segunda dose é aplicada aos 4 anos de idade. Pode ser usada a vacina Tetraviral em substituição a qualquer uma das doses. Todo indivíduo suscetível deve receber duas doses. O intervalo mínimo entre doses é de três meses até 11 anos de idade e de um mês a partir de 12 anos.

Contraindicação:
Imunodeprimidos (por doença ou medicamentos), gestantes, crianças menores de 9 meses, alergia grave a componentes da vacina ou a dose prévia da vacina (anafilaxia). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Podem ocorrer umas poucas lesões de pele características de varicela, em torno de 5 a 10 dias após a vacinação. Este quadro é brando e rápido.

 

Para quem:
Pessoas de 9 a 45 anos. Homens e mulheres em idades acima da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico.

O que previne:
Verrugas genitais (condilomas) causados pelos HPV 6 e 11.; Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas ou displásicas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58; Cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina e do ânus causados pelos tipos de HPV 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Entre 9 e 14 anos: 2 doses com intervalo de 6 meses. A partir de 15 anos: 3 doses, sendo a segunda um ou dois meses após a primeira e a terceira seis meses após a primeira. Pessoas portadoras do vírus HIV e imunodeprimidos: o esquema de 3 doses deve ser utilizado qualquer que seja a idade.

Contraindicação:
Gestantes e pessoas que apresentaram hipersensibilidade grave (anafilaxia) após receber uma dose da HPV9 ou HPV4 ou a algum de seus componentes. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Os eventos mais comumente observados são dor, vermelhidão, inchaço, prurido, hematoma no local da injeção, cefaleia, febre, náusea, tontura e fadiga.

 

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelos meningococos dos sorogrupos A, C, W e Y.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade, um reforço a partir dos 12 meses de idade, um aos 5 anos e outro aos 11 anos de idade. O esquema para crianças que iniciam a vacinação depois de 6 meses de idade pode variar a depender da marca da vacina utilizada. Adolescentes não vacinados anteriormente: duas doses com intervalo de 5 anos. Adultos: a depender de risco epidemiológico, dose única.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Geralmente locais: dor, calor, inchaço, vermelhidão nas 24/72 horas seguintes à aplicação. Podem ocorrer febre e dor de cabeça.

Gestante

 

Para quem:
Idosos a partir de 60 anos e gestantes (para a proteção do recém-nascido) entre a 32 e 36 semana de gestação.

O que previne:
Contra doença trato respiratório inferior (DTRI) associadas ao vírus sincicial respiratório (VSR) no bebê e no idoso.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
- Idosos: dose única, a qualquer momento, independentemente de sazonalidade;
- Gestantes: dose única entre 32 e 36 semanas de gestação, a qualquer momento, independente da sazonalidade.

Contraindicação:
Hipersensibilidade a qualquer componente da formulação ou após dose anterior.

Eventos Adversos:
Os ESAVIs observados são locais, autolimitados e leves a moderados. Dados não clínicos não revelaram qualquer risco especial em relação a toxicidade reprodutiva e do desenvolvimento.

 

Para quem:
Crianças a partir de 3 anos, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Difteria, Tétano e Coqueluche.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: Pode ser usada para a dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade, em substituição a dTpa-VIP. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos. Adolescentes e adultos não vacinados, ou com histórico vacinal desconhecido: 3 doses com intervalo de 2 meses entre elas, sendo pelo menos uma delas com a dTpa e as demais com dT. As três doses podem ser feitas com dTpa. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

 

Para quem:
Crianças a partir do nascimento, adultos e idosos.

O que previne: 
Hepatite causada pelo vírus da hepatite B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, com intervalos de 2 e 6 meses da primeira dose (idealmente ao nascer, aos 2 e aos 6 meses de idade). Para essa faixa etária, a segunda e a terceira dose pode ser feitas com a vacina Hexa. Na rotina, a primeira dose deve ser administrada nas primeiras 12 a 24 horas de vida, pois 90% dos recém-nascidos que são contaminados durante o parto desenvolvem hepatite crônica. Prematuros com menos de 2000g ou 36 semanas de gestação devem receber: obrigatoriamente quatro doses, sendo a primeira com 12 a 24 horas de vida, a segunda com um mês de idade, a terceira um mês após a segunda dose e a terceira seis meses após a segunda dose. Adultos: 3 doses, com intervalos de 1 e 6 meses da primeira dose. Imunodeprimidos e pacientes renais crônicos: quatro doses com volume dobrado.

Contraindicação: 
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Raros (menos de 5%): geralmente reações locais (calor, vermelhidão, dor), até 24 após a aplicação.

 

Para quem:
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.

O que previne:
Gripe, e suas complicações, causada por 4 subtipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1, H3N2) e duas cepas B (linhagens Victoria e Yamagata).

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 6 meses a 8 anos: no primeiro ano em que são vacinadas, duas doses com intervalo de um mês entre elas. A partir de então, doses únicas anuais. Adultos e crianças a partir de 9 anos: dose única anual.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Alergia à proteína do ovo não contraindica a vacinação. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão no local da aplicação geralmente nas 24/48 horas após a vacinação. Podem ocorrer reações sistêmicas como febre, mal-estar, milagia, também autolimitados.

 

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne: As formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês de alto risco.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses: Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade.
Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: dose única.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Os eventos mais frequentemente relatados após qualquer dose foram de irritabilidade, sonolência e dor no local da injeção.

Para quem:
Crianças a partir de 1 ano, adultos e idosos não vacinados anteriormente contra as duas hepatites.

O que previne:
Hepatite causada pelos vírus da hepatite A e hepatite B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças de 1 ano até 15 anos de idade (inclusive): duas doses com, seis meses de intervalo.

A partir de 16 anos, adultos e idosos: três doses, sendo a segunda um mês após a primeira, e a terceira seis meses após a primeira.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina.

OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Raros (menos de 5%). As reações locais são as mais comuns, até 24 após a aplicação.

Para quem:
Para todos os indivíduos, em todo o país, a partir de 9 meses de idade.

O que previne:
Febre amarela e suas complicações.

Do que é feito:
Contém vírus vivos "enfraquecidos" que não causam a doença em pessoas com sistema imunológico saudável, mas são suficientes para fazer o corpo produzir anticorpos.

Esquema de doses:
Rotina: no PNI, uma dose aos 9 meses de idade e outra aos 4 anos de idade; dose única a partir de 5 anos de idade. A SBIm preconiza considerar segunda dose para todas as idade, pela possibilidade de falha vacinal.

Contraindicação:
Crianças menores de seis meses de idade; Paciente com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina; Paciente imunodeprimido; Pacientes em uso de medicamentos imunossupressores como: ciclofosfamida, ciclosporina, tracolimus, azatioprina, micofenolato, tofacitinibe; Pessoas com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma); Mulheres amamentando bebês com menos de 6 meses de idade. OBS: gestantes, em situações epidemiológicas que justifiquem, podem ser vacinadas a critério médico.

Eventos Adversos:
Na maioria dos casos são reações locais, podendo também ocorrer dor de cabeça e mal-estar, em cerca de 2 a 4 % dos vacinados, com menor frequência em crianças. Reações graves (doença viscerotrópicia ou neurotrópica, anafilaxia) são raras: entre 2007 e 2012, no Brasil, aconteceram 0,2 caso de doença neurológica para 100 mil vacinados (principalmente quando se tratava de primeira dose em idosos) e 0,04 caso de doença viscerotrópica em 100 mil vacinados.

 

Para quem:
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

O que previne:
Infecções invasivas causadas por 15 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: uma dose, seguida de uma dose de vacina Pneumocócica 23 valente com intervalo de 2 a 12 meses.

Contraindicação:
Pessoas que apresentaram anafilaxia após usar algum componente das vacinas ou após dose anterior das vacinas.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

 

Para quem:
A partir de 3 anos de idade.

O que previne:
Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças a partir de 3 anos: pode ser usada na dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos em substituição da vacina dTpa. Adolescentes e adultos não vacinados contra difteria e tétano, ou com histórico vacinal desconhecido: a vacina dTpa-VIP pode substituir a vacina dTpa no esquema de 3 doses. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: pode substituir a dTpa na dose recomendada em toda gestação, a partir da 20ª semana.

Contraindicação:
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Febre, dor e vermelhidão local.

 

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelo meningococo do tipo B.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade e um reforço a partir dos 12 meses de idade. Crianças que iniciam esquema entre 11 e 23 meses: duas doses, com intervalo mínimo de 2 meses e uma dose de reforço de 12 a 23 meses após o esquema primário. Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo mínimo de um mês.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Reações locais (dor, vermelhidão, inchaço e calor no local da aplicação) e febre, principalmente nas seis primeiras horas após a vacinação, que geralmente regride em 72 horas.

 

Para quem:
É indicada para mulheres do grupo sanguíneo Rh- negativo grávidas de bebês Rh+ positivo e em caso de transfusão sanguínea com sangue incompatível em pessoas Rh negativas.

O que previne:
A imunoglobulina anti-Rh é um anticorpo pronto, obtido a partir de sangue humano, que neutraliza o fator Rh. Esse anticorpo previne a eritroblastose fetal.

Do que é feito:
É um tipo de soro que fornece imunização passiva. Ela contém anticorpos pré-formados (proteínas) que neutralizam imediatamente o fator Rh positivo de eventuais células vermelhas do sangue do bebê que entrem na corrente sanguínea da mãe Rh-negativa. 

Esquema de doses:
1. Em gestantes Rh negativas
Durante a gestação: uma dose entre a 28ª e a 30ª semana de gestação.
No pós-parto: administração intravenosa (ainda na maternidade) a critério médico, realizada da forma mais breve possível, dentro de 72 horas após o parto, mesmo nos casos em que houve profilaxia durante a gestação.
Após amostragem de vilosidade coriônica: tão logo quanto possível e no máximo 72 horas após o evento.
Em caso de intervenções e incidentes ocorridos até 12 semanas de gestação, aplicar a dose o mais cedo possível e no máximo até 72 horas após o evento de risco.

2. Após transfusões incompatíveis
20 microgramas de imunoglobulina anti-Rh(D) para cada 2 mL de sangue Rh positivo transfundido ou por cada 1 mL de concentrado de hemácias. Neste caso, recomenda-se a via intravenosa e aplicação em ambiente hospitalar. Os pacientes devem ser observados por pelo menos 20 minutos após a administração.

Contraindicação:
É contraindicada em caso de hipersensibilidade (anafilaxia) a imunoglobulinas humanas (anticorpos) ou qualquer um dos componentes do produto. Em caso de grave redução do número de plaquetas (trombocitopenia) ou outros transtornos da coagulação, a imunoglobulina poderá ser aplicada por via intravenosa, em regime de internação e sob cuidados médicos.

Eventos Adversos:
Os eventos mais comuns são dor e sensibilidade no local da injeção. Reações raras: febre, calafrios, mal-estar, dor de cabeça, manchas na pele, coceira, náusea e/ou vômito, pressão baixa, batimento cardíaco acelerado, dor articular, dificuldade respiratória, anafilaxia.

 

Para quem:
Rotina para maiores de 60 anos e para crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos com doença de base que aumentam o risco para a infecção pneumocócica (diabetes, cardio e pneumopatias, com câncer, que vivem com vírus HIV, esplenectomizados, imunodeprimidos, entre outras doenças). Não é vacina recomendada para imunização básica de rotina de crianças saudáveis.

Do que é feito: Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença. 

Esquema de doses:
Crianças: dose única. Pode ser indicado apenas um reforço após 5 anos. Maiores de 60 anos: uma dose da vacina pneumocócica 23-valente dois a doze meses depois de uma dose da vacina pneumocócica 13 valente; e uma segunda dose da vacina 23-valente é indicada após cinco anos da primeira. Pessoas portadoras de doenças crônicas: a vacina 23 valente deve ser aplicada com 2 meses de intervalo da pneumocócica 13 valente.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Dor, vermelhidão e inchaço locais. Pode haver sintomas sistêmicos como febre, mal-estar e dor no corpo.

Para quem:
Crianças a partir de 1 ano de idade, adultos e idosos. A escolha da formulação pediátrica ou adulta dependerá da idade do paciente.

O que previne:
Hepatite (inflamação do fígado) causada pelo vírus da hepatite A.

Do que é feito:
Vacina inativada, portanto, não têm como causar as doenças.

Esquema de doses:
Crianças: 2 doses, com intervalo de 6 meses (idealmente aos 12 e 18 meses de idade); Adultos: 2 doses, com intervalo de 6 meses. Para adultos que também tenham indicação da vacina Hepatite B, pode ser feita a vacina combinada Hepatite A+B.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina.

Eventos Adversos:
Raros (menos de 5%). As reações locais são as mais comuns, até 24 após a aplicação.

Para quem:
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

O que previne:
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelos meningococos dos sorogrupos A, C, W e Y.

Do que é feito:
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Esquema de doses:
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade, um reforço a partir dos 12 meses de idade, um aos 5 anos e outro aos 11 anos de idade. O esquema para crianças que iniciam a vacinação depois de 6 meses de idade pode variar a depender da marca da vacina utilizada. Adolescentes não vacinados anteriormente: duas doses com intervalo de 5 anos. Adultos: a depender de risco epidemiológico, dose única.

Contraindicação:
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

Eventos Adversos:
Geralmente locais: dor, calor, inchaço, vermelhidão nas 24/72 horas seguintes à aplicação. Podem ocorrer febre e dor de cabeça.

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